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Devido a influência da calagem sobre a eficácia dos
fertilizantes, melhorando o ambiente radicular e facilitando a
absorção dos nutrientes fornecido por eles, a necessidade
ou não de calagem deve ser o primeiro aspecto a ser avaliado
quando se interpreta uma análise do solo. A escolha do
corretivo deve ser embasada na sua composição química
o grau de finura (diâmetro das partículas mesh polegada
- PRNT) aliadas ao preço. Existem alguns tipos de calcário
que podem ser empregados na correção de solos ,
como o calcário dolomítico, calcítico, e
magnesiano, que diferem entre si no percentual de MgO existente.
Deve-se dar preferência para utilização do
dolomítico que fornece ao solo uma quantidade maior de
MgO quando este estiver em deficiência.
CUSTO DO CALCÁRIO Em geral os calcários com PRNT mais elevado
são mais caros. Mas o principal componente do custo final
da calagem usualmente é o frete. Embora um calcário
de PRNT mais elevado possa ser mais caro no moinho ou na revenda,
será utilizado numa dose menor, reduzindo o custo do frete.
Dessa forma, na aquisição do calcário todos
esses fatores devem ser considerados, obtendo-se o seu custo final
posto na propriedade. A fórmula a seguir, obtida em Souza
et al (1993), ajuda a calcular o custo efetivo da calagem: |
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